Estética introdução conceitual
O uso comum da palavra estética em artes e filosofia
A palavra estética como uma qualidade está relacionada à beleza física – sendo um adjetivo
Ex: senso estético, estética facial, decoração estética
Já quando a palavra designa um conjunto de características formais é um substantivo ex: dos estilos artísticos; estética realista, estética socialista
No campo da filosofia o nome estético é um ramo que estuda o Belo e o sentimento que provoca nos homens.
Nesses três usos temos a estética relacionada com á noção de Beleza.
A palavra estética como uma qualidade está relacionada à beleza física – sendo um adjetivo
Ex: senso estético, estética facial, decoração estética
Já quando a palavra designa um conjunto de características formais é um substantivo ex: dos estilos artísticos; estética realista, estética socialista
No campo da filosofia o nome estético é um ramo que estuda o Belo e o sentimento que provoca nos homens.
Nesses três usos temos a estética relacionada com á noção de Beleza.
Etimologia
Do grego;
Aisthesis=faculdade de sentir, percepção totalizante
O belo e o feio: a questão do gosto
Pensamentos dos filósofos:
Platão –> o ser humano tem que buscar ficar próximo do ideal universal; a beleza é universal
Classicismo –> cria códigos, regras, normas, para o fazer artístico a partir do belo ideal - estética normativa.
David Hume (empirista) -> beleza está ligada ao gosto de cada um. O Belo não está no objeto e sim nas condições de recepção do sujeito.
Kant -> o Belo é uma ocasião de prazer, cuja causa reside no sujeito. Principio juízo estético, sentir do sujeito e não o conceito do objeto. O Belo é uma qualidade que atribuímos aos objetos para exprimir um certo estado da nossa subjetividade - Sujeito + Objeto.
Hegel -> o conceito de beleza muda com o tempo. Essa mudança que se reflete na arte depende mais da cultura e da visão de mundo vigentes do que de uma exigência interna do belo.
Hoje em dia -> não existe mais a idéia de um único valor estético a partir do qual julgamos todas as obras. Cada objeto singular estabelece seu próprio tipo de beleza.
E só haverá obras fias na medida em que forem mal feitas – não correspondem plenamente á sua proposta, em suma, quando uma obra é feia não é considerada obra de arte.
A subjetividade precisa estar mais interessada em conhecer, entregando-se ás particularidades de cada objeto, do que em preferir. Ter gosto é ter capacidade de julgar sem preconceitos.
Gosto é finalmente uma comunicação com a obra para além de todo saber e de toda técnica.
Aisthesis=faculdade de sentir, percepção totalizante
O belo e o feio: a questão do gosto
Pensamentos dos filósofos:
Platão –> o ser humano tem que buscar ficar próximo do ideal universal; a beleza é universal
Classicismo –> cria códigos, regras, normas, para o fazer artístico a partir do belo ideal - estética normativa.
David Hume (empirista) -> beleza está ligada ao gosto de cada um. O Belo não está no objeto e sim nas condições de recepção do sujeito.
Kant -> o Belo é uma ocasião de prazer, cuja causa reside no sujeito. Principio juízo estético, sentir do sujeito e não o conceito do objeto. O Belo é uma qualidade que atribuímos aos objetos para exprimir um certo estado da nossa subjetividade - Sujeito + Objeto.
Hegel -> o conceito de beleza muda com o tempo. Essa mudança que se reflete na arte depende mais da cultura e da visão de mundo vigentes do que de uma exigência interna do belo.
Hoje em dia -> não existe mais a idéia de um único valor estético a partir do qual julgamos todas as obras. Cada objeto singular estabelece seu próprio tipo de beleza.
E só haverá obras fias na medida em que forem mal feitas – não correspondem plenamente á sua proposta, em suma, quando uma obra é feia não é considerada obra de arte.
A subjetividade precisa estar mais interessada em conhecer, entregando-se ás particularidades de cada objeto, do que em preferir. Ter gosto é ter capacidade de julgar sem preconceitos.
Gosto é finalmente uma comunicação com a obra para além de todo saber e de toda técnica.
A recepção estética
A experiência estética em face de uma obra de arte é gratuita, desinteressada, não visa um interesse pratico imediato nem o conhecimento lógico. Essa experiência estética é a experiência da presença tanto do objeto estético como do sujeito que o percebe.
A obra de arte pede uma reação justa, que se abra para ela, sem lhe impor normas externas, ela espera que o público entre no seu mundo, de acordo com suas próprias regras fazendo com que seus múltiplos sentidos apareçam.
A obra de arte pede uma reação justa, que se abra para ela, sem lhe impor normas externas, ela espera que o público entre no seu mundo, de acordo com suas próprias regras fazendo com que seus múltiplos sentidos apareçam.
Raíssa Paixão Bartoli Silva
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